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2009-07-03 Preparação de “Sociedade Harmoniosa” gera oportunidades de negócio na China

O Governo chinês estabeleceu como objectivo para o país a criação da “Sociedade Harmoniosa”, caracterizada não só pela manutenção da estabilidade política e social, como também pelo estabelecimento de um sistema de economia de mercado socialista perfeito até 2020. Maria Manuel Serrano, especialista da AICEP, apresentou na AIMinho as vantagens que este modelo pode ter para as empresas nacionais.

 

Os desenvolvimentos previstos no âmbito da “Sociedade Harmoniosa” estão a gerar um conjunto de oportunidades de negócio que podem ser uma excelente porta de entrada para o mercado chinês, explicou. Infra-estruturas de transporte, energia e saneamento; construção habitacional, comercial e de infra-estruras de turismo; máquinas e equipamentos industriais; têxteis e confecções; bens de consumo; serviços e turismo são os principais sectores de oportunidade neste momento.

 

“Para que a oportunidade passe a negócio, é preciso garantir a qualidade da oferta e fazer uma correcta identificação dos decisores, incluindo a nível político”, realçou a especialista. Uma presença paciente e perseverante no mercado, bem como uma identificação cuidada e rigorosa do parceiro local são também pontos-chave a acautelar. No entanto, destacou, “é o guanxi (a rede de relacionamentos pessoais estabelecidos) que é determinante para o sucesso no mercado”.

 

A China representa um mercado muito vasto, quer pelo elevado número de habitantes (aproximadamente 1,3 biliões em 2008), quer pelo número de consumidores potenciais e efectivos. A sua economia tem estado também, nos últimos anos, em grande crescimento.

 

O mercado apresenta, todavia, alguns entraves que as empresas deverão acautelar. As dificuldades surgem em áreas como as alfândegas, a certificação de produtos, a logística e transporte de bens, o acesso ao mercado, a protecção da propriedade industrial e a dificuldade de acesso a informação e aos decisores.

 

Empresas necessitam de mais apoio

 

A internacionalização é, para Nuno Martins, director-geral da AIMinho, cada vez mais uma estratégia incontornável para as empresas e uma das chaves do sucesso da economia nacional. Por esta razão é importante, na sua opinião, que as empresas sejam apoiadas neste esforço, o que não se tem verificado, nomeadamente na dificuldade que estas sentem no acesso a seguros de crédito.

 

“Cabe ao Estado definir políticas públicas que apoiem as empresas”, afirmou o director-geral da AIMinho, “e as medidas já existentes têm de ser agilizadas e chegar a quem verdadeiramente precisa”.

 

A iniciativa ABC Mercados expandiu, em 2009, os seus horizontes para melhor dar resposta às necessidades das empresas. “Passamos de dez para 30 mercados, de forma a permitir às empresas fugir aos mercados mais tradicionais e explorar novas oportunidades”, explicou Carlos Julião, da AICEP.

 

O objectivo é transferir para as empresas informação estratégica de mercado e conhecimentos práticos relevantes sobre as formas de abordagem e funcionamento dos mercados externos, que facilitem o processo de tomada de decisão e contribuam para a competitividade sustentada das empresas, através do sucesso dos seus negócios internacionais. Para potenciar esta vertente, além da especialista de mercado, a sessão contou ainda com a presença da Caixa Geral de Depósitos, do Escritório de Advogados Garrigues e da empresa Impetus Portugal, apresentada como caso de sucesso.







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