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2012-04-16 Entidades contestam impacto das portagens da A28 no turismo e economia regional

A Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Associação Empresarial de Viana do Castelo, a AIMinho e a Entidade de Turismo Porto e Norte de Portugal emitiram uma declaração sobre o impacto negativo no turismo e economia regionais da introdução das portagens eletrónicas na A28, que abaixo se transcreve:



Na região Norte, em particular no Alto Minho, está consolidado, desde há muitos anos, um conjunto de relações muito estreitas com a Galiza que faz deste espaço transfronteiriço um local privilegiado de construção de uma economia inter-regional, com dinâmicas importantes a nível social, laboral, financeiro e cultural.


Esta realidade é materializada pelas constantes e mesmo diárias deslocações de cidadãos e empresas galegas que trabalham e desenvolvem a sua atividade neste lado da fronteira e também daqueles que se deslocam para passeio e lazer.


No entanto, a introdução de um regime efetivo de cobrança de taxas de portagens na concessão Norte Litoral (A28) e as caraterísticas do sistema de cobrança adotado, o qual assenta em portagens exclusivamente eletrónicas, criaram dificuldades de mobilidade no que respeita à utilização das referidas vias por veículos de matrícula estrangeira, com reflexos gravosos a nível do turismo, da restauração e hotelaria e na competitividade das empresas da região.


Dados recentes de movimentação nas SCUTs apontam números preocupantes de retração na atividade económica e aumento das insolvências nesta região, bem como a diminuição do número de cidadãos galegos que nos visitaram neste período em comparação com anos anteriores.


Estamos a assistir ao isolamento de Viana do Castelo por não ter vias alternativas e com o tráfego galego a ser escoado pela A3 pelas facilidades de pagamento.


Pelo exposto, apelamos, uma vez mais, ao Governo para serem apresentadas soluções e medidas que possam minorar o grave impacto e o prejuízo económico e social que a introdução das portagens na A28 está a causar no Alto Minho.


Transmitimos também, a V. Exa. A forte indignação e descontentamento que as associações empresariais, os empresários, a restauração, movimentos de cidadãos e os cidadãos deste município manifestam insistentemente, conscientes da repercussão negativa da introdução das portagens na economia, na criação de emprego e no desenvolvimento do Alto Minho.
 







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