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2010-07-22 AIMinho promove utilização mais intensiva da propriedade industrial

“A aposta na propriedade industrial (PI) é essencial para alavancar o desenvolvimento do tecido empresarial, nomeadamente através da promoção de sistemas de inovação nas empresas, e a Rede OUSAR Apoiar o Empreendedor pode dar um impulso significativo a esta área”, afirmou Nuno Martins, director geral da AIMinho, na abertura da primeira reunião da rede.


Desenvolvida no âmbito do projecto Ousar, a Rede tem como objectivos fortalecer o incremento do esclarecimento em matéria de PI e apoiar efectivamente a sua utilização mais intensiva.


A associação procura assim, segundo Carlos Ferreira da AIMinho, assumir o papel de interlocutora privilegiada das empresas neste âmbito, independentemente da respectiva actividade económica e dimensão. Para tal, constituiu o Gabinete OUSAR Apoiar a Propriedade Industrial, que visa informar e prestar apoio técnico sobre a área, bem como assegurar o estabelecimento de sinergias de diferentes instituições e entidades quanto à promoção e apoio às empresas neste domínio.


É neste âmbito que nascem a Rede de Competências e Conhecimento em Propriedade Industrial, em estreita colaboração com os GAPI’S – Gabinetes de Apoio à Promoção da Propriedade Industrial, e a Rede de Acolhimento Empresarial, integrada por estruturas de carácter local e de proximidade.


Segundo Nuno Martins, a mensagem da PI ainda não chegou a muitas empresas e esta rede pode fazer a diferença. Assim, “é importante para a AIMinho que este empenho não se esgote na duração deste projecto, que o trabalho em rede perdure para além do fim deste”, realçou.


A importância da PI


A PI tem, segundo Marco Sousa da TecMinho, como principais objectivos a protecção de invenções, design e sinais distintivos do comércio, bem como a repressão da concorrência desleal e a informação.


Segundo estudos apresentados por Célia Rodrigues do Citeve, os principais entraves apontados pelas empresas ao uso da PI são os custos envolvidos, a duração do processo de concessão e a baixa confiança no sistema judicial.


Carlos Ferreira afirmou, contudo, que o processo não é tão complexo quanto se pensa e que, ao contrário do que julga a maioria dos empresários, não é só aplicável às grandes empresas.


Os principais motivos para o investimento nesta área são, segundo o orador, o maior retorno dos investimentos realizados, a divulgação da protecção, os benefícios para a imagem pública e/ou negociações da empresa junto de investidores, consumidores e parceiros e a maior facilidade na defesa de eventuais acusações de infracção de empresas concorrentes.


Presente na sessão esteve também Diana Vale da AIMinho, que deu a conhecer aos membros da rede a estratégia de actuação desta e os seus principais procedimentos.
 







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