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2010-03-10 Angola é um mercado fundamental para as empresas da região do Minho

“Angola é um mercado importante para as empresas do Minho e vem contribuir para o desenvolvimento das empresas da região”, referiu Nuno Martins, director-geral da AIMinho, em mais uma iniciativa ABC Mercados, desta vez dedicado àquele país africano e respectivas províncias, que se realizou, recentemente, na associação.


O mercado angolano tem vindo a reforçar o peso no comércio externo português, ocupando já o quarto lugar como cliente. Os 2,25 mil milhões de euros de exportações de bens, em 2009, os cerca de 680 milhões de euros de serviços, em 2008, e os mais de 10.000 operadores económicos nacionais envolvidos em operações de comércio, de parceria ou de investimento no mercado angolano vêm comprovar a posição de relevo daquele país na economia portuguesa. São várias as empresas e de diferentes sectores de actividade, que já exportam para Angola e, para muitas destas empresas, aquele país é já o segundo mercado.


De referir que, entre 2005 e 2008, Angola registou uma taxa média de crescimento na ordem dos 17,5 por cento ao ano e foi dos países com maior crescimento a nível mundial. Para tal, contribuíram o clima de paz no país, o bom desempenho do sector petrolífero e a estratégia de estabilização macroeconómica. Porém, o país não ficou imune à crise mundial e, em 2009, houve um abrandamento substancial da economia angolana. No entanto, para 2010, as previsões já apontam para uma nova aceleração, admitindo-se mesmo que a taxa de crescimento do PIB possa atingir, de novo, os dois dígitos.


Como referiu Cristina Casalinho, economista, “existem alguns sectores prioritários em Angola, nomeadamente construção e turismo, telecomunicações, electricidade e água, infra-estruturas, transportes, agricultura e pecuária, pescas e derivados e, finalmente, indústria (bens essenciais)”. A convidada da sessão realça, contudo, que o maior investimento acontece na área da construção e que alimentação e bebidas é outra das áreas fortes em Angola.


Conhecer o país e as províncias, desenvolver parcerias locais, elaborar estudos de viabilidade do negócio e contar com recursos humanos qualificados e formação permanente são alguns aspectos a ter em consideração pelos empresários que estão a pensar investir em Angola, de acordo com Miguel Beires Côrte-Real, Director do Gabinete para Angola do BPI.
 







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