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2009-03-18 AIMinho defende criação de Fundo de Reestruturação de Empresas

 

“A AIMinho considera fundamental a criação de um Fundo de Reestruturação de Empresas, com o objectivo de apoiar as empresas com dificuldades”, afirmou António Marques, presidente da AIMinho. Esta é, do seu ponto de vista, uma medida essencial para que as empresas possam fazer frente à presente realidade sócio-económica.
 
Este fundo só deverá, na opinião do representante da associação, apoiar as empresas com comprovada viabilidade económica, de forma a preservar o sector produtivo, nomeadamente através do apoio ao esforço das empresas para resistir à crise mundial e manter os postos de trabalho.
 
O Governo tem lançado medidas sectoriais, como foi o caso do plano de apoio ao sector automóvel, mas é entendimento da AIMinho que se deve actuar não ao nível dos sectores mas a nível regional, com uma perspectiva local e adequada a cada realidade.
 
“Todos sabemos que esta crise não escolhe sectores nem regiões nem países”, afirmou António Marques, pelo que “em vez de andar a lançar medidas desgarradas, seria melhor pensar num plano geral de combate à crise, que tivesse uma abrangência nacional e fosse multissectorial”.
 
Segundo explicou, é, assim, fundamental que se ponha rapidamente em prática um plano de apoio à região Norte, recorrendo aos fundos do QREN. A bem do País, considerou o presidente da associação, a estratégia do QREN deverá ser revista por forma gerar impactos positivos na economia a breve prazo.
 
Apoio do Fundo de Ajustamento à Mundialização ajudaria região
 
A AIMinho propôs já ao Primeiro-ministro de Portugal a negociação com a Comissão Europeia do Fundo Europeu de Ajustamento à Mundialização. Actualmente, realçou António Marques, os critérios definidos pela Comissão Europeia impedem que países como Portugal, com um tecido empresarial de menor dimensão, beneficiem deste importante instrumento.
 
Este fundo tem uma dotação anual de 500 milhões de euros, podendo ser aumentado caso seja necessário, para apoiar os trabalhadores despedidos a regressar ao trabalho, em especial nas regiões e sectores afectados por importantes mudanças nos padrões do comércio mundial. Este apoio providencia assistência individual, pontual e limitada no tempo, sob a forma de serviços de apoio específicos para ajudar os trabalhadores atingidos pela mundialização. Complementos salariais, reconversão profissional e ajuda concreta na procura de novos empregos são alguns exemplos dos serviços incluídos.
 
“Neste momento difícil, com uma taxa de desemprego que ultrapassa os 11% em algumas regiões do Norte, é fundamental que o Governo estude rapidamente a aplicação deste Fundo ao sector do têxtil e do vestuário”, alertou o presidente da AIMinho. O Vale do Ave e o Vale do Cávado são regiões onde este sector tem grande preponderância e onde o desemprego atinge actualmente máximos históricos, avançou.
 
Na sua opinião, o essencial é aplicar, com urgência, medidas que tenham impacto imediato nas empresas e na economia, e muitas foram já propostas pela AIMinho em Dezembro último.

 







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