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2010-01-19 “Problema central da economia portuguesa é a falta de liquidez das empresas”

“O problema central da economia portuguesa é a falta de liquidez das empresas”, afirmou António Marques, presidente da AIMinho - Associação Empresarial, no decorrer de uma reunião de trabalho com a comunicação social realizada recentemente. “Com o aumento dos spreads, as empresas deixaram de poder contar com a banca para investir e manter a sua actividade corrente”, reforçou.


Além disso, a extinção do Pagamento Especial por Conta (PEC) continua a ser adiada. “Numa altura em que as empresas estão a atravessar dificuldades, escandalosamente, a classe política não travou o PEC”, alertou o presidente da AIMinho. Segundo António Marques, “não faz sentido pagar um adiantamento de imposto sobre rendimentos que as empresas podem não vir a ter”.


É também fundamental tirar peso financeiro às empresas para que estas possam enfrentar as dificuldades e apostar na inovação e na formação dos recursos humanos. Desta forma, a AIMinho voltou a defender a redução do IRC de 25 para 20 por cento e, ainda, o pagamento do IVA na emissão de recibo, ou seja, quando as empresas efectivamente recebem dos clientes.


Por outro lado, torna-se necessário criar um sistema de encontro de contas entre o Estado e as empresas. António Marques defendeu mesmo que “não é mais possível continuar a aceitar que as empresas tenham que pagar impostos quando o Estado lhes deve milhares de euros em serviços, produtos e bens que não paga”.


No encontro, os fundos comunitários do QREN estiveram também em debate. O presidente da AIMinho criticou a baixa execução do QREN que se encontra nos 6 por cento e que devia estar nos 30 por cento. “Temos de acelerar a execução do QREN mas não basta acelerar o processo mas também agilizar e flexibilizar as condições de acesso ao mesmo”, clarificou.


Poder decisão nas verbas do Norte tem de estar mais próximo da Região


A distância e a falta de sensibilidade para os problemas da Região, nomeadamente de quem decide alguns programas de apoio e investimento, é um dos problemas que afasta o Norte do caminho para a competitividade. António Marques defendeu que o debate sobre a regionalização deve ser uma prioridade, pois “actualmente quem decide são os burocratas que estão confortavelmente em Lisboa e que não conhecem a Região nem as suas especificidades”. As “estruturas de operacionalização das políticas do Estado já existem no Norte, o que não existe é capacidade de decisão política, e isso faz toda a diferença. A questão não se coloca ao nível do aumento dos custos, pois as estruturas já existem actualmente, mas na capacidade de decidir bem e na devida altura”.


Tal como os empresários, “que estão habituados a resistir e a acreditar”, também a AIMinho não desiste e aponta caminhos. Nesse sentido, foi possível dar a conhecer um dos projectos mais recentes da Associação - o Desafio Ousar que visa promover o empreendedorismo e a inovação e incentivar a propriedade industrial nas empresas.


No encontro falou-se ainda do Minho Parque Monção, um investimento de cerca de 25 milhões de euros que prevê criar 1250 postos de trabalho, do QI – Formação e Consultoria, projecto para aumentar os niveis de qualificação das empresas, do Minho Internacional, para fortalecer o processo de internacionalização do sector da construção, e do Projecto Sustentar, na área do Ambiente e da Responsabilidade Social.

 







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