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2009-12-14 “Credibilizar processo de RVCC cabe às equipas dos Centros Novas Oportunidades”

“Cabe às equipas dos Centros Novas Oportunidades (CNO) credibilizar o processo de RVCC através de um trabalho diário rigoroso, exigente e de qualidade”. A ideia foi exposta pela representante da Agência Nacional para a Qualificação, Manuela Freire, no Seminário «Processo RVCC Nível Secundário: Análise Swot», realizado na AIMinho.


Debater as principais problemáticas relacionadas com a implementação do Processo de RVCC de Nível Secundário, nomeadamente as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, através da partilha de experiências com as equipas técnico-pedagógicas dos CNO´s do distrito de Braga, foi o principal objectivo desta iniciativa.


Tem havido um rápido crescimento do número de inscrições no nível secundário. “No ano de lançamento, em 2007, quando os Centros ainda não estavam totalmente preparados, já havia um elevado número de inscrições no Nível Secundário, mais do que no Básico”, defendeu Manuela Freire. Só a partir de 2008 começa a surgir um equilíbrio entre o número de entradas em Processo de RVCC dos Níveis Básico e Secundário.


Por outro lado, existe uma forte diferenciação entre o número de certificações totais obtidas quer nos Níveis Básico e Secundário, bem como um reduzido número de certificações parciais em ambos os níveis. Além disso, há uma menor percentagem de candidatos certificados que frequentaram acções de formação complementar no Nível Secundário.


Na sessão foi também possível falar sobre o Referencial de Competências, uma parte fundamental no processo de RVCC. A representante da Direcção Regional de Educação do Norte, Olívia Santos Silva, defendeu que “o individuo deve ser olhado pelo que sabe e não pelo que não sabe”. “Cada um de nós traz dentro de si uma história fascinante”, acrescentou, “e as abordagens biográficas no processo de RVCC contribuem para que o sujeito encontre a sua própria verdade”.


CNO da AIMinho valoriza autonomia do adulto


Uma das maiores dificuldades sentidas pelo adulto é, segundo a responsável do CNO da AIMinho, Márcia Enes, estruturar, organizar e redigir o portfólio. Por esse motivo, o CNO da AIMinho decidiu começar a fornecer uma estrutura que pode ou não ser seguida conforme a vontade do adulto. O incumprimento de prazos e o plágio são outras das grandes lacunas.


A autonomia do participante é uma das áreas mais valorizadas pelo CNO da AIMinho. “Muitas vezes os adultos não estão predispostos para a autonomia, estão demasiadamente escolarizados”, defendeu a responsável. Também a pesquisa interpretada e reflectida é, para Márcia Enes, um ponto a valorizar.


O público que frequenta o processo de RVCC de nível secundário é diferente do de nível básico. São empregados, com cargos de algum destaque, e que participaram, ao longo dos anos, em formações nas áreas de informática e línguas estrangeiras. A responsável do CNO da AIMinho revela que “a participação neste processo deve-se sobretudo por uma questão de valorização profissional e aumento da auto-estima. Além disso, este processo é visto como um meio e não como um fim. Muitos deles pensam em ingressar na universidade”.
 







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