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2009-03-17 “As pequenas e médias empresas não podem continuar a financiar o Estado”

 

“As pequenas e médias empresas não podem continuar a financiar o Estado”, afirmou António Marques, presidente da AIMinho - Associação Empresarial, no decorrer de uma reunião de trabalho com a comunicação social hoje realizada. Em causa estão os atrasos do Governo no pagamento de serviços às empresas.

Ao saldar as dívidas existentes, explicou o dirigente da associação, o Estado está a injectar capital de investimento nas empresas e, consequentemente, na economia nacional. Esta medida terá, na sua opinião, um impacto muito mais directo e imediato na sustentabilidade das empresas que a criação de linhas de apoio e crédito.

Há cerca de um mês e meio, a AIMinho escreveu ao Primeiro-Ministro propondo um conjunto de medidas de combate ao que classificou como um momento de pré-colapso económico. Segundo António Marques, apesar de várias medidas terem sido anunciadas, estas “não entraram na sua maioria em execução, sendo que as que foram executadas não tiveram impacto real na vida das empresas”.

Também ao nível do QREN se verifica um problema semelhante, dado que, apesar de ter sido já aprovado um vasto conjunto de candidaturas, “as verbas não chegaram ainda às tesourarias das empresas, à economia real”.
 
Empresas enfrentam graves problemas de liquidez

O apoio da banca às empresas é pontual ou inexistente, alertou António Marques. “Num momento em que as empresas enfrentam graves e crescentes problemas de liquidez, deixaram de poder contar com a banca para investir e manter a sua actividade corrente”, afirmou.

Estas dificuldades são, na sua opinião, agravadas pelas novas datas estabelecidas para o pagamento especial por conta, que coincidem com as alturas de maior pressão financeira: o pagamento dos subsídios de férias e de Natal. “Esta alteração revela um grave desconhecimento da realidade empresarial”, realçou o presidente da AIMinho, “e mostra que o Governo não ouve as associações”.

Também ao nível da energia e do combustível a AIMinho tem registado dificuldades acrescidas nas empresas, devido ao aumento dos preços. Segundo António Marques, continua a verificar-se uma grande prontidão em actualizar preços quando o petróleo sobe, e uma grande lentidão quando este desce. “O Governo tem de intervir”, concluiu.

 

 







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