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2009-10-19 Conhecimento e manutenção são palavras de ordem na redução de custos

A redução da factura energética é uma realidade possível para as empresas nacionais, através de actividades como limpeza, isolamento, manutenção e aproveitamento de desperdício. No entanto, para que estas acções possam ser implementadas, é necessário um conhecimento detalhado do uso de energia realizado pela empresa.

 

“Não basta saber qual o custo energético de uma empresa, é necessário saber que departamentos e fases consomem mais energia, e porquê, e isso só é possível através de uma auditoria energética”, afirmou João Pombo do ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade, no workshop «Redução de Custos nas Empresas – Ferramentas ao dispor das Empresas na Área Energética e Ambiental», realizado na AIMinho no passado dia 15 de Outubro.

 

Segundo o especialista do ISQ, existem na área industrial várias oportunidades de redução do consumo energético, em especial ao nível das centrais térmicas de vapor, do ar comprimido, da iluminação, dos sistemas de bombagem de água e dos sistemas de desempoeiramento.

 

Conhecidas as oportunidades existentes na empresa, é importante fazer a análise da sua viabilidade técnica e económica, de modo a fazer as melhores opções para a empresa.

 

O objectivo da optimização da gestão energética é atingir e manter uma óptima procura e utilização da energia em toda a organização, bem como minimizar o custo e desperdício energético, sem afectar a produção e a qualidade, e minimizar o impacto no meio ambiente.

 

Análise de ciclo de vida pode gerar redução de custos

 

Na área ambiental, a análise de ciclo de vida (ACV) dos produtos pode dar a conhecer às empresas um conjunto de oportunidades de redução de custos, especialmente a nível ambiental. Os resultados apresentados podem ter aplicações directas ao nível do desenvolvimento e melhoramento do produto, do planeamento estratégico, da política governamental e do marketing, entre outros.

 

“A ACV pode actuar em várias fases do processo, em termos de redução de custos, mas a fase fulcral é a fabricação do produto”, alerta Eduardo Silva, especialista do ISQ. É nesta fase que a ACV pode ter o seu maior impacto, explica, através, por exemplo, da identificação de matérias-primas com melhores performances ambientais.

 

O impacto pode também ser verificado ao nível das fontes de energia, do processo de fabrico e na modificação do produto.

 

Esta sessão, moderada por Gil Carvalho da AIMinho, contou ainda com a presença de Clara Santos, especialista do ISQ, que adereçou as questões dos Rótulos Ecológicos e do Eco-design.







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