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2009-09-11 MinhoPark Monção será infraestrutura única no panorama empresarial português

Inovador, diferente, abrangente, de qualidade, sustentável e voltado para as pessoas. Estas foram algumas das características do MinhoPark Monção realçadas ontem na sessão de apresentação desta infraestrutura, que decorreu naquela vila do Alto Minho. Localizado num importante eixo geo-estratégico do Noroeste Peninsular, voltado para a inovação e empreendedorismo, o MinhoPark Monção é uma iniciativa conjunta da AIMinho – Associação Empresarial e da Câmara Municipal de Monção.

 

Com um investimento estimado em cerca de 25 milhões de euros, prevê-se que – quando em velocidade cruzeiro – o MinhoPark Monção contribua para a criação de cerca de 1.250 postos de trabalho. A área total do terreno, que se distribui pelas freguesias de Troporiz e Lara, terá quase um milhão de metros quadrados, albergando 84 lotes destinados a unidades empresariais.

 

Na sessão de apresentação do projecto, António Marques, presidente da AIMinho – Associação Empresarial salientou o trabalho já realizado e, sobretudo, a “confiança” existente entre os dois parceiros do projecto e que permitiu chegar até aos resultados já alcançados. Realçando também os “meses de longo e árduo trabalho”, o presidente da AIMinho afirmou ainda que “temos que ter cada vez mais empresas com densidade tecnológica e inovadoras para que possam concorrer no mercado mundial”, concluindo que “o papel de uma associação como a AIMinho é ir atrás e empurrar os parceiros para facilitar, criar condições para o desenvolvimento das empresas, criando riqueza e emprego.”

 

A importância da parceria entre a AIMinho – Associação Empresarial e a Câmara Municipal de Monção foi também realçada pelo autarca monçanense, José Emílio Moreira. O Presidente da Câmara considera que “é preciso inverter o curso da história” e ir contra a ideia de que Monção é um concelho sem tradição industrial. Aproveitando também o facto de “vivermos num centro geoestratégico importante”, José Emílio Moreira defende que é necessário “usar esta proximidade para vivermos em conjunto” e fazer parte da “política de desenvolvimento da Região Norte.”

 

Pita Guerreiro, Governador Civil de Viana do Castelo, destacou a importância do projecto para toda a região e realçou que “não parece por acaso mas é fruto de uma estratégia” e que “irá contribuir para o desenvolvimento não só do concelho de Monção, mas para todo o Alto Minho.”

 

“O futuro prepara-se com projectos desta natureza”

 

O Vogal da Comissão Directiva do ON.2, da CCDR-N, Mário Rui Silva, classificou o “acolhimento empresarial” como “um tema da maior relevância” e defendeu que “os espaços de qualidade são o melhor cartão de visita para o investimento exterior, uma montra para atrair iniciativa externa.” Este tipo de infraestruturas são também “importantes para o ordenamento do território”, permitem “economia de meios” concluindo que “o futuro prepara-se com projectos desta natureza”, afirmou Mário Rui Silva.

 

Coube a Nuno Martins, director-geral da AIMinho, fazer a apresentação formal do MinhoPark Monção destacando que “é um parque virado para a internacionalização e uma infraestrutura que se vai diferenciar da maioria das existentes em Portugal.” Além das muitas valências previstas para o parque, esta infraestrutura irá funcionar em condomínio fechado, com gestão autónoma “que terá como objectivo promover o MinhoPark e captar novos investimentos.” O MinhoPark Monção, ressalvou ainda Nuno Martins, “será virado para as pessoas e irá ter valências que não são habituais” neste tipo de espaços.

 

Próximo da Plataforma Transfronteiriça Multimodal de Valença e da Mega Plataforma Logística Industrial de Salvaterra-As Neves, a 10 km na Galiza, o MinhoPark assume-se com uma forte centralidade no eixo de forte dinamismo demográfico e económico, Norte Litoral/Galiza e Área Metropolitana do Porto/ Vigo (cerca de um milhão de habitantes, 16 concelhos portugueses e 49 concelhos galegos).

 

A eficiência energética será uma das principais preocupações, sendo que o MinhoPark Monção terá um Sistema Aproveitamento de Energias Alternativas.

 

Centrado em temáticas relacionadas com os recursos endógenos da Região – Vinho e Vinha – e nas próprias necessidades das empresas - ao nível da Distribuição e dos Transportes -, está prevista a criação de um Centro de Investigação para a Área da Vinha e do Vinho e um Centro de Investigação para a Área da Distribuição e dos Transportes. Prevê-se ainda um Centro de Incubação de Novas Empresas inovadoras.

 

Na área do Ambiente, o MinhoPark Monção procurará também garantir a sustentabilidade ambiental, prevendo-se a reflorestação do espaço com recurso a espécies autóctones e preservação do maciço de carvalho existente e a instalação de uma Estação de Tratamento de Afluentes Residuais. Em termos de patrimoniais destaca-se a salvaguarda e a valorização do forte ou reduto em Torrão, testemunho de resistência às invasões francesas.

 

O início das obras de construção do MinhoPark Monção terá lugar em meados de 2010, sendo que é esperado que as primeiras empresas iniciem a sua actividade neste parque empresarial de nova geração no início de 2012.







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