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2017-04-28 Prevenção de acidentes de trabalho tem de ser preocupação constante das empresas

Portugal tem vindo a registar um decréscimo significativo no número de acidentes mortais de trabalho, mas ainda há muito trabalho por fazer e as empresas não podem baixar os braços. A opinião é de Manuel Maduro Roxo, sub-inspetor geral da ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho.

 

O sub-inspetor geral esteve ontem na AIMinho no decorrer do workshop “Prevenção de acidentes de trabalho no setor da Construção Civil”, uma iniciativa da AIMinho, ACT e Eures, no âmbito da campanha ibérica da ACT e da Inspección de Trabajo y Seguridad Social.

 

A melhoria está à vista. Os cerca de 300 acidentes mortais anuais registados há 20 anos, reduziram atualmente para 190. “Houve uma série de campanhas que foram feitas, houve legislação que foi publicada e o sector também colaborou. A construção foi dos sectores que mais investiu na segurança do trabalho e conseguiu fazer essa redução”, explicou Manuel Maduro Roxo. 

 

No entanto, este índice, quando comparado com outros países estrangeiros, continua a ser bastante elevado e necessita ainda de ser reduzido. Para o sub-inspetor geral, o facto de ter havido uma melhoria não significa que a batalha esteja ganha, é necessário que esta seja uma preocupação na atividade das empresas, que se torne parte da sua filosofia de atuação.

 

“Importa sensibilizar todos os interlocutores do mundo laboral e da sociedade civil em geral para o número de pessoas que morrem ou ficam gravemente feridas quando estão a trabalhar e para a premência da interiorização, por todos, de uma verdadeira ‘cultura de prevenção’ no trabalho, que passe, nomeadamente, pela implementação nos locais de trabalho de sistemas de gestão de segurança e saúde eficazes”, explicou.

 

Foi neste contexto que surgiu a campanha ibérica “Prevenção de acidentes de trabalho”, que se destina a uma grande diversidade de setores de atividade. “Provavelmente há empresas que realizam trabalhos de construção e não são empresas de construção, mas sim de serviços e precisamos de estar atentos a essas mudanças todas”, alertou o sub-inspector geral da ACT.

 

“Impõe-se sensibilizar as empresas para a adoção de medidas que contribuam para a diminuição destes números e para a melhoria das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores, o que irá por sua vez refletir-se no aumento da competitividade das empresas”, explicou a responsável do projeto Eures na AIMinho, Natália Silva, reafirmando a disponibilidade da AIMinho para trabalhar com as empresas da região nesse sentido.

 

Também presente na sessão esteve Teresa Ventín, coordenadora do Eures - Transfronteiriço Norte de Portugal - Galiza, que alertou para a necessidade das empresas dos dois lados da fronteira apostarem na mobilidade de trabalhadores “com conhecimento dos direitos dos trabalhadores e com pleno conhecimento da legislação laboral” de Portugal e de Espanha.

 
 







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